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Um dos mistérios que pairam sobre a mente humana é a questão da morte. O fenômeno inevitável. Única certeza trazida por cada um de nós, direta e certeira, sem qualquer possibilidade de negociação. Não há pré-requisitos para ser acometido por ela. Há aqueles que mesmo antes de nascer perdem a vida. O confronto é certo. Mais cedo ou mais tarde estaremos frente a frente com essa cruel e avassaladora realidade, que chega sem perguntar ou se importar se é bem vinda. Ela simplesmente aparece e fica, esquecendo seus rastros pesados e carregados de angústia e dor (que parece ser infinita). Porém se a morte é uma condição natural da vida terrena, por que é tão difícil aceitá-la?  Claramente porque não fomos criados para esse fim. O projeto perfeito da Criação do mundo apontava para a vida e vida em abundância. Sem morte e tristeza pois  só paz e alegria teriam lugar entre o homem e a sua descendência.Mas a entrada arrasadora do pecado bem nas páginas iniciais  de nossa História trouxe o caos absoluto. A bíblia diz que o ‘ salário do pecado é a morte’, porém o enganador da humanidade mentia ‘não morrereis’.Porém a  sorte brutal não é definitiva, pois um Deus de amor não abandona seus filhos, obra de  Suas próprias mãos. E então na maior demonstração de amor que já existiu, enviou o Próprio Filho para morrer em uma cruz (sem que ele merecesse) para que a raça humana  ainda tivesse  a oportunidade de adquirir vida eterna, melhor presente que se pode receber. Mas a  escolha é pessoal e intransferível. Cabe a cada um aceitar o sacrifício de amor e ser resgatado quando Jesus retornar para buscar os seus, ou assinar o atestado do fim eterno.Eu quero estar lá quando Jesus chamar meu nome e será glorioso rever parentes e amigos que há tanto já se foram, e poder abraçá-los por toda a eternidade.