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Depois de passear por Ribeirão Preto, foi a vez de Bauru. Chegamos a tarde na minha casa e decidimos que a noite iriamos num barzinho, o Bendito Santo que sempre lota de sábado a noite. Quando chegamos lá, o lugar já estava cheio e enquanto a Maju estacionava o carro, eu a Ro e minha irmã fomos atrás de uma mesa. A hostess simplesmente falou que não tinha mesa e nem previsão pra alguma ficar livre. Nessa parte achei o atendimento super ruim, voltamos pro carro pra decidir o novo rumo. No fim paramos na Salomé, que é um barzinho bem charmoso. Lá arrumaram uma mesa rapidinho, bem mais atenciosos. O lugar tava bem cheio, mas de um pessoal mais novo na faixa dos 18 anos.

A porção de batata frita com parmesão e as iscas de frango com molho tártaro estavam maravilhosos, bom demais. Tem mesa de frios também, que você paga pelo kg, com uma variedade legal. Pra fechar a noite passamos no Fran’s Café, que é uma ótima pedida pra qualquer momento. Eu e minha irmã tomamos capuccino e experimentamos o croissant de chocolate (que e bom, mas não melhor do que o da Joyce/Ribeirão Preto). A Ro e a Maju escolheram waffles com ciocolatta pra acompanhar o capuccino. Lá tinha um carinha esquisito que ficava encarando a gente. O segurança ficava andando atrás dele, e quando a gente foi pagar a conta ele grudou o olho no troco. Montamos um esquema tático pra sair sem que ele percebesse. Depois de várias voltas, entramos no carro e a Maju saiu rapidinho. Depois de chegar em casa a Ro sugeriu que talvez ele só estivesse guardando o carro e esperando pelo dinheiro (suuuper dó). Mas que ele tinha uma cara suspeita, ele tinha…

A Maju levou todas nós por um tour pela cidade, e depois de passar por lugares estranhos e quase inabitados, pensando que estaríamos seguras em casa, eis que surgem dois indivíduos na esquina de casa que começaram a correr atrás do carro. Só foi o tempo da minha irmã avisar que os caras estavam vindo na nossa direção e a Maju acelerar pra despistar os esquisitos. Depois de várias (várias) voltas no quarteirão e uma ligação pra minha mãe conseguimos entrar em casa e respirar mais tranquilamente. A noite virou dia, e com certeza ficou pra história.