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Liz Gilbert (Julia Roberts) tinha tudo o que uma mulher moderna deve sonhar  em ter – um marido, uma casa, uma carreira bem-sucedida – ainda sim, como muitas outras pessoas, ela está perdida, confusa e em busca do que ela realmente deseja na vida. Recentemente divorciada e num momento decisivo, Gilbert said a zona de conforto, arriscando tudo para mudar sua vida, embarcando em uma jornada ao redor do mundo que se transforma em uma busca por auto-conhecimento. Em suas viagens, ela descobre o verdadeiro prazer da gastronomia na Itália; o poder da oração na Índia, e, finalmente e inesperadamente, a paz interior e equilíbrio de um verdadeiro amor em Bali. Baseado no best-seller autobiográfico de Elizabeth Gilbert, Comer, Rezar, Amar prova que existe mais de uma maneira de levar a vida e de viajar pelo mundo.

(Filmes de Cinema)

Muito tempo depois de ler o livro de Liz Gilbert que assisti o filme. Vou falar por partes:

“Só queria sair de fininho pela porta dos fundos, sem causar alvoroço nem conseqüências.”

COMER

Depois de um tempo conturbado em sua vida amorosa Liz decide viajar por um ano. Sua jornada começa na Itália que é a  melhor parte do livro e do filme. O cenário lindo, as pessoas alegres e a comida maravilhosa dão uma sensação de que aquele era o lugar que Liz realmente deveria estar.

‘Me sinto muito culpada, estou em Roma há três semanas e só aprendi algumas palavras em italiano e comi’, Liz

REZAR

Depois de se empanturrar de massa Liz segue para a Índia em busca de paz e equilibrio interior. É difícil pra ela conseguir se concentrar nas meditações, e esta parte é um pouco tediosa na minha opinião. O que não deixa cair na monotonia total é o Richard do Texas, um amigo que Liz faz no ashram, e que coloca nela o apelido de Sacolão (livro).

‘O trato é o seguinte, você ficará aqui até perdoar a si mesma, entendeu? Tudo o mais se resolverá sozinho’, Richard do Texas

AMAR

Enfim, uma das partes mais esperadas. Liz chega a etapa final de sua viagem, fazendo uma parada em Bali. O lugar é lindo, dá muita vontade de pegar uma bicicleta e andar junto com a Julia Roberts. O Ketut Liyer é um sarro e um tanto confuso, mas Liz se diverte muito com ele. O bizarro é a atuação do Javier Bardem que não ficou nada legal de brasileiro. O sotaque ‘portunhol‘ dele é irritante, enfim, como diz a Ro: poderiam ter chamado o Rodrigo Santoro. Mas é um filme que cumpre o que promete. Bom Filme!

‘Você não precisa de um homem, Liz. Precisa de um campeão’, Felipe.