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Pra passar a fase depressiva pós leitura de ‘A Guardiã da minha Irmã’, escolhi ‘O Símbolo Perdido’, do Dan Brown. Desde que li ‘Anjos e Demônios‘ virei fã do jeito como ele escreve e escolhe os temas de seus livros. Pra matar um pouco a saudade desse estilo que mistura conspiração, romance,adrenalina e um simbologista que usa um relógio de Mickey Mouse comecei ‘O Símbolo Perdido’. Até uma parte a história transcorre de um jeito legal, mas num certo momento e não sei bem precisar qual é, o autor perde a linha e o carretel. O enredo vai desandando e ele literalmente viaja na maionese. O que mais vende o livro é o tema central, que num misto de maçonaria, Antigos Mistérios e um ramo pouco conhecido da ciência chamado Noética desperta até os não curiosos.

SINOPSE: Chamado por seu amigo Peter Solomon para dar uma palestra em Washington, Robert Langdon viaja até a capital americana, mas ao entrar no palco para iniciar a palestra descobre que tudo aquilo foi uma forma de atrair-lo até ali para iniciar uma busca por um antigo portal místico que tornaria possível a Apoteose. Robert se vê então forçado a colaborar com Mal`akh, vilão que esquematiza todos os passos de Langdon para que este decifre e revele o segredo da Pirâmide Maçônica, para que assim Mal`akh tenha acesso ao poder prerrogado pela lenda dos Antigos Mistérios. No desenrolar da trama Robert recebe ajuda de Katherine Solomon, irmã de Peter que está sendo mantido refém pelo vilão da historia. Katherine é uma pesquisadora de um novo ramo da ciência, a Noética. Juntos vão decifrando os segredos escondidos na Pirâmide e se aproximando cada vez mais do grande Símbolo Perdido, palavra que quando entendida daria ao homem um poder sobre-humano. (Wikipédia)

Há notícias de que o livro irá ganhar uma versão para as telonas, resta aguardar.