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Comecei a ler ‘O céu vai ter que esperar?’, de Cally Taylor por indicação da minha amiga. Ela já tinha me falado mais ou menos como era o enredo, mas quando vi a capa foi amor a primeira vista. Você não vai querer parar de ler esse romance deliciosamente engraçado.

Eu estava realmente morta. Eu era um presunto, um cadáver, um defunto, um dodô… página 34

Detalhe na Capa: Céu brilhante

Eu não fazia ideia do que era uma LAN party, mas qualquer coisa com a palavra ‘party’ – ou seja, ‘festa’- no final não podia ser ruim, podia? página 140

A vida não poderia estar mais ‘bela’ para Lucy Brown. Ela é noiva do lindo e fofíssimo Dan e está de casamento marcado. Mas quem adivinharia que um acidente estúpido daria cabo de todos esses sonhos? Lucy está morta e foi parar no limbo – entre a Terra e o Céu – e tem uma escolha dificil para tomar: ou vai para o Céu encontrar-se com seus pais, ou volta para a Terra como aspirante a fantasma, onde ficaria com Dan novamente. Mas para isso ela tem uma missão a cumprir, com prazo de validade. Disposta a não deixar o futuro-ex marido sozinho, Lucy encara a missão ‘que nem sabe direito qual é’. Para isso ela não pode tentar se comunicar com Dan nem com as pessoas que conheceu enquanto estava viva. Lucy muda-se para a Casa dos Aspirantes a Fantasmas e conhece o esquisito homem-trem Brian e a gótica Claire. As trapalhadas de Lucy (morta-viva) são intermináveis e é impossível não morrer de rir durante todo o livro. O humor é o ponto alto do enredo e Cally Taylor tem um estilo meio Meg Cabot de escrever. O final então foi surpresa total pra mim. A-D-O-R-E-I!

– Tudo amarrado e pronto pra partir, Bimbo Baggins…

– Você sabe, do Senhor dos Anéis?

– Acho que você quis dizer Bilbo Baggins, Lucy. página 150